A empresa ideal para se trabalhar é a empresa em que o empregado sinta estar  realizado, não somente na parte monetária, em receber seu salário por  préstimos  de serviços, mas também pela realização profissional de conseguir realizar algo dentro de sua profissão que traga alegria e satisfação naquilo que está fazendo. A empresa ideal é a que tem valores e políticas muito bem definidas e que busca o desenvolvimento de seus empregados.

O empregado ideal, com o qual todos gostariam de trabalhar, esse deveria apresentar certas virtudes essenciais. O  empregado  ideal para qualquer  empresa deveria reunir criatividade, inovação e imaginação, mente aberta e multicultural, senso de orientação e de organização.

Se a empresa ideal e o empregado ideal existissem todos com certeza gostariam de trabalhar com eles.

“A mente que se abre para uma nova idéia jamais voltará ao tamanho inicial.”

Albert Einstein

Em relação ao documentário Zeigeist – O espírito do tempo, o estranhamento foi grande mas algumas das observações sobre o onze de setembro fazem bastante sentido, será mesmo que simples aviões poderiam destruir as torres Gêmeas, e a sétima Torre? Quem sabia da sua existência? Ele é rapidamente assimilado e nos traz uma vista do outro lado da questão sobre aspectos que nunca tínhamos pensado. Tem sido um procedimento ético registrar a vulnerabilidade daquela questão, a discussão não é nova e está muito longe de terminar, apesar dos Estados Unidos terem a mídia ao seu favor ele tenta mostrar esses acontecimentos por um outro ângulo fazendo-nos pensar em quanto alguns países ganhariam em riquezas pois com o lema de caça ao terrorismo eles estariam livres de conseqüências de invasão e de apropriação indevida de propriedade alheia e ainda seriam apoiados por um grande número de pessoas no planeta e com toda a certeza pela grande maioria da população americana. Um dos documentaristas mais atuantes do nosso momento, Evaldo Mocarzel, não fica à margem desta polêmica. Não hesitou em incluir cenas de especialistas em explosões e implosões para explicar a teoria das panquecas, pena que somente pela internet as pessoas podem visualizar esse documentário, após uma longa exposição em outros países ele chega até nós mais assiduamente pela internet como se tivessem medo desse documentário. Mercadologicamente, o documentário foi  lançado no momento correto após as pessoas esfriarem a cabeça. No caso, a vida imita a arte, que imita a vida, que imita a arte.

Consumismo

O consumo no sistema capitalista tende a ser grande e a tendência é de cada vez ser maior, um ponto positivo nas economias dos países, mas estamos vivendo numa era onde o ter vale mais do que o ser, o consumo, nada mais é do que a utilização de bens e serviços para o aprazimento das necessidades e dos desejos do ser humano, numa sociedade capitalista o lucro é primordial, por esta razão os empresários investem alto em propaganda , gastando alto em suas campanhas de marketing com o objetivo de convencer as pessoas a consumirem mais, o que é muito positivo para economia, pois, ao consumir mais, a produção tende a aumentar e a oferta de empregos aumenta, melhorando a vida das pessoas e fazendo a economia o país crescer; mas, a maior preocupação das empresas é com o lucro, pois com as novas tecnologias e a grande oferta de produtos novos, está difícil se manter no mercado, por isso tem que estar sempre investindo mais para ter condições de enfrentar as empresas concorrentes, conseguindo assim uma posição de destaque, vendendo mais e aumentando suas margens de lucro, concordo plenamente com o crescimento das empresas, porém discordo do consumismo, que nada mais é que o ato de consumir produtos ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser danoso ou nocivo para a nossa saúde ou para o ambiente. A humanidade consome em excesso, sem ser necessário, somente pelo prazer de comprar e possuir.

Evitar o consumismo indiscriminado com o objetivo de alcançar uma vida financeira mais estável e, no final das contas, é ser mais feliz. Porque, ser escravo do supérfluo, por mais doce que pareça, nada mais é do que uma falta de liberdade, que acaba por fazer o ser humano infeliz.

Liberdade De Expressão

Se a liberdade de expressão fosse abolida  seria como se a  Ditadura Militar voltasse a ser instalada no Brasil. A Ditadura Militar  é  o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.

A imprensa seria censurada: rádio, tv, jornais, revistas e até a internet seriam fiscalizadas, para que só fosse publicada matéria favorável ao governo. Seriam proibidas: greves, passeatas, protestos. As eleições seriam alteradas: seria proibido votar para presidente da república, governador e prefeito. Poderia ser decretado o toque de recolher: a partir de determinada hora todos deveriam estar em suas casas. Os diversos partidos políticos seriam extintos. As garantias individuais seriam suspensas, ou seja, qualquer pessoa poderia ser presa sem acusação formal ou ordem judicial.a tortura voltaria com força total.os sindicatos poderiam ser interditados ou atrelados á ditadura.a ditadura invadiria a imprensa com muita propaganda para alienar o povo.muitos políticos e intelectuais contrários ao regime seriam presos ou mortos ou exilados.

Acredito que não seja mais possível voltar a ditadura militar em nosso país novamente, até porque foi implantada a democracia através das “Diretas Já”, ou seja, quem escolhe os governantes para governar somos nós, os brasileiros, com as eleições. E com certeza ninguém mais quer militares governando o Brasil. Basta saber quem escolher e para isso existem as campanhas que os políticos fazem em ano de eleição, temos que ficar de olho em que realmente pode cumprir o que promete. Esse ano é ano de eleição, hora de prestar atenção em cada candidato para podermos escolher bem nas urnas. Mas existe outras formas de limitar  a liberdade de expressão, não se investindo em educação, pois país com índices baixos na área educacional, povo semi analfabeto ou totalmente, facilita essa repressão, pois são analfabetos funcionais, que muitas vezes são conhecidos como massa de manobra que  são pessoas que não tem  voz ativa  pois são altamente influenciáveis.

O capitalismo dos nossos dias atuais e do passado tem produzindo desemprego massivo e desarranjos econômicos e desestruturando muitos países desenvolvidos e causando a transformação da massa trabalhadora no mundo em desenvolvimento levando-os a extrema pobreza e sem condições de modificar esse estado, pois deveria-se investir em educação para que essas pessoas pudessem mudar a sua condição de miséria através do mundo do trabalho dando-os oportunidade de aprender diferentes ofícios. A disseminação da pobreza tem provocado vagas de emigrantes e aqueles que não partem estão cada vez mais inquietos e revoltados, mas que mesmo assim são mão de obra barata.

As pessoas postas de lado pelo capitalismo     selvagem       fazem ouvir mais alto a voz do seu descontentamento. As preocupações ambientais assolam as nossas consciências e levantam questões que, hoje por hoje, não têm resposta.

Alguns economistas questionam as concepções que aprenderam e se estas

Serão as mais adequadas para interpretar aquilo que se passa no momento no mundo.

“no mundo atual, é sempre mais profunda a contradição entre a ampliação das possibilidades de transformação do trabalho humano de um lado e instabilidade da ocupação, a incerteza das condições de trabalho, direitos e qualidade de vida” (piotto, 2003).

Transformações     que ocorrem no mundo do trabalho tornam evidente um novo conceito de organização das relações sociais, políticas e econômicas.  Esse     novo conceito com diferentes denominações: globalização, tecnológica e revolução industrial se apóiam, fundamentalmente, na abertura de mercados e no desenvolvimento acelerado da tecnologia da era da informática. Nesse sentido a era tecnológica está presente em todas as esferas do trabalho trazendo alterações e transformando o trabalho.

Waldez Ludwig – Transformação do trabalho

Violencia

Uma forma de se olhar para a questão da violência é observar , no nosso dia-a-dia mais próximo, como ela se manifesta nos pequenos gestos. Por serem tão do cotidiano e por parecerem tão pequenos frente à ostentação das noticias, não se dá tanta atenção. Penso, por exemplo, nas exclusões, preconceitos e desrespeitos mais que são comuns – transformar as empregadas em escravas disfarçá-las deixando, por exemplo, as roupas sujas jogadas, os jornais e revistas espalhados, para que elas os guardem. Filhos que reagem aos pedidos dos pais com muito pouco caso e até mesmo desrespeito ou como se fossem absurdos. A violência do casal que não suporta as pequenas diferenças e não consegue negociar ou ao menos escutar as divergências .Às vezes a violência se manifesta pelo silêncio. Silêncio, que, utilizado inicialmente como recurso temporário de impedir o confronto, logo se transforma em mordaça que silencia e paralisa o corpo e alma. Outras vezes, ao contrário, a violência está na vontade de gritar, de abdicar do silêncio e de tudo dizer – não tendo importância as conseqüências que isso venha a trazer. O lugar para o amor, a amizade, o respeito mútuo, a confiança, está cada vez mais limitado.
Ao aceitar que a violência possa ser banalizada e naturalizada é uma tentativa de diminuir o seu impacto, seu terror; de se diluir de seus efeitos, de não se implicar com a existência de suas manifestações e com as possibilidades, por pequenas que sejam, de sua transformação. Esta banalização da violência é, talvez, um dos aliados mais fortes de sua perpetuação. Resignado à idéia, sugestionada pela repetição da gíria de que somos ‘instintivamente violentos’, o homem curva-se ao destino e acaba por admitir a existência da violência, como admite a certeza da morte. A malicia deste hábito mental é tão nefasto e forte que, quem quer que se oponha a este preconceito, arrisca-se a ser censurado.
O risco de amordaçamento, de inércia e de fragmentações cada vez mais intensas é terrivelmente trágico para a manutenção vital da lucidez.

A contribuição de hoje fica por com de Robert Allen Zimmerman, mais conhecido como Bob Dylan.

Bob Dylan 1996  
 

Download . Bob Dylan – Hurricane

Bom, fiquei um tempo sem postar, por motivos técnicos!!! 

Então pra comemorar a volta ai vai um recomendação fodastica!!!

Download.   Elis Regina  – Madalena
;)

Próxima Página »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.